terça-feira, 24 de abril de 2012


Esta foto foi tirada na Nazareno Central de Campinas, cuja Igreja eu frequento há sei lá, 5 ou 6 anos.
A imagem deste garotinho fez com eu me lembrasse de muitas coisas que eu já vivenciei naquele templo e fora dele. Experiências únicas, lindas e, algumas, sobrenaturais.

Não posso esquecer das experiências de 2009. Neste mesmo templo eu senti coisas que me acompanham. Lembro-me de estar prostrada - tal qual este garoto - num Culto que foi muito especial pra mim. Até hoje quando as pessoas questionam minhas decisões, eu me lembro que tudo começou ali. Não posso esquecer da experiência que tive no feriado de Setembro/2009. Pessoas maravilhosas fizeram que que aquele final de semana não fosse mais um final de semana qualquer. Pessoas e histórias que permitiram com que eu sentisse, muito forte, a presença do Pai. Eu jamais esqueço das palavras, dos sentimentos, da entrega. Foi em 2009 que fui batizada. Na verdade, eu já era batizada pela Igreja Católica, mas senti a necessidade de fazer isto novamente mas, desta vez, consciente e certa de que Deus carregou-me, cuidadosamente, através de uma experiência necessária que só Ele - e mais ninguém - poderia ter feito. Muitos questionamentos foram feitos e, muitos deles respondidos de forma direta e sincera. Passei pelas águas e tudo se fez novo. Lembro-me daquele dia como se fosse ontem. Eu usava um vestido branco antes do batismo que "ornava"- e só caipira fala isso - com a túnica branca que tive que usar para a cerimônia. Foi sim um ritual. Um ritual de purificação, renovação e amor Àquele que me carrega pelas mãos.

Eu não critico quem não acredita em Deus. Eu não critico quem acredita em espíritos, Buda ou qualquer outra coisa. Pra mim, todos são livres para adorar aquilo e/ou quem lhe é conveniente. Eu acho bonito ver a fé das pessoas.

Eu, Priscila, acredito em Deus. Eu, Priscila, acredito em Jesus. Eu, mais que tudo, sei que Deus está comigo em todos os momentos. Eu sempre falo para as pessoas - especialmente quando estamos falando sobre este assunto - que eu fico emocionada quando paro e percebo todos os cuidados que Deus já teve comigo. Muitos detalhes eu não percebo no primeiro momento mas depois sei que Ele esteve ali. Ele não desiste de mim, mesmo que a fé em mim mesma esteja arranhada. Ele não desiste de mim, ainda que eu fique distante pq não esteja a fim de conversar.

E, quando a gente não está a fim de conversar a gente usa uma canção.




segunda-feira, 23 de abril de 2012

Nós observamos que nao temos problemas quando simplesmente olhamos para o lado.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Algo me diz que, como uma quase cidadã porto-alegrense, ainda darei muita bola fora por aí com os nomes diferentes, meu R puxado e minha cultura BEM diferente da gauchada.

Mesmo depois de tanto tempo, consigo achar algumas coisas engraçadas. Hoje estava no salão fazendo minhas unhas (pq não tenho capacidade pra fazer sozinha) e a mulherada finalizando suas frases com um "é, né?"super puxado. Elas também devem pensar isso quando eu falo "PoRRRR favor".
Sem contar que naquele momento senti saudades profundas do meu salão em Barão que é bonitinho, tudo descartável e da minha manicure confidenciando seus problemas e fofocas. Suspiros.

Não consigo enganar que sou de fora e acho engraçado a cara que as pessoas fazem quando digo que sou de SP. Parece que vc esta totalmente fora da caixa padrão. Mas, neste ponto, acho que nada supera a história da minha cunhada que, por conta do trabalho, morou por uns 3 meses no interior do Rio Grande do Sul. Ela adorava ver nas lojas uma placa "novidades de São Paulo" ou saber que o povo vasculhava a vida de todos. A gente riu muito disso nos churrascos lá em casa. Quanto a mim, achava engraçado ser apresentada assim: "Esta é a Priscila, advogada de São Paulo".

E quer saber? Adoro o fato de ter nascido em Campinas e ter meu R puxado. Também adoro o fato de ser quase cidadã porto-alegrense. Só quem me conheceu há uns 15 anos atrás sabe bem o texto que eu pregava :o)