Fragmentos de uma noite linda! :)
domingo, 2 de dezembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
"Just another dreamer" é uma boa definição do que eu sou. Ainda hoje falei sobre a necessidade que eu tenho de sempre estar envolvida em um sonho. Um dos meus sonhos está começando a tomar forma. Com medo de ficar sem meu melhor combustível, já estou pensando no próximo.
Eu sei, às vezes assusta. Às vezes, eu mesma me assusto com esta minha capacidade de voar longe e tentar trazer à realidade aquilo que foi cultivado nos meus melhores momentos. Se não fosse esta minha loucura, não teria tido coragem pra metade das coisas que eu fiz nestes meus 29 anos de vida.
É preciso um pouco de loucura, sonho e insanidade pra voar longe e encontrar o perfeito caminho para os seus pés. É preciso voar para manter os pés no chão.
Enquanto isto, entre vôos e devaneios, encontro a mão dele. A mão que me guia e que faz parte de um dos meus sonhos mais bonitos. No alto, sei que haverá uma Figueira que nos espera.
"She dreamed of paradise/ Every time she closed her eyes"
Eu sei, às vezes assusta. Às vezes, eu mesma me assusto com esta minha capacidade de voar longe e tentar trazer à realidade aquilo que foi cultivado nos meus melhores momentos. Se não fosse esta minha loucura, não teria tido coragem pra metade das coisas que eu fiz nestes meus 29 anos de vida.
É preciso um pouco de loucura, sonho e insanidade pra voar longe e encontrar o perfeito caminho para os seus pés. É preciso voar para manter os pés no chão.
Enquanto isto, entre vôos e devaneios, encontro a mão dele. A mão que me guia e que faz parte de um dos meus sonhos mais bonitos. No alto, sei que haverá uma Figueira que nos espera.
"She dreamed of paradise/ Every time she closed her eyes"
domingo, 18 de novembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Boston e nossos corações
Ontem ouvi a frase "Boston ganhou nossos corações". Quando ouvi esta frase, parei pra pensar - por alguns minutos - em tudo o que envolveu esta cidade e, realmente, meu coração é inteiro daquela cidade.
Boston me recebeu de braços abertos e disposta a ser a anfitriã que eu estava precisando. Ao que se proprôs, cumpriu muitíssimo bem seu papel. Arriscaria, inclusive, dizer que cumpriu mais do que eu esperava.
Lembro-me de quando cheguei. Como era final de inverno aqui no Brasil, fui toda encapotada - já que eu sinto um frio que não é lá muito normal - e cheguei no final do verão. Calorenta e abafada. Era assim que Boston me esperava.
Lembro-me de esperar o taxi no aeroporto e pensar: "Caramba e não é que estou aqui mesmo?".
Lembro-me de olhar pela janela do taxi, observando os lugares e pessoas - faço muito isso - e pensar "Ela é linda mesmo. Bem que ele disse que eu iria me apaixonar".
Lembro-me da gente parando no nosso landlord pra pegar a chave do apartamento que nos abrigaria, a princípio, pelos próximos 6 meses.
Lembro-me da gente caminhando pela Beacon Street - com malas - em direção ao nosso apartamento e sentir aquela sensação de "ok. esta é sua nova casa".
Logo que chegamos, já saímos pelas ruas. Estava um dia gostoso - porém, abafado. argh - demais pra nossa ansiedade ficar em casa. Ele me levou no metrô e me mostrou o que seria meu principal caminho pelos próximos 6 meses. Eu estava amando tudo. Tudo era uma novidade imensa pra mim. Eu parecia uma criança com olhos atentos.
Os dias foram passando. Lembro-me das minhas idas ao meu velho amigo rio (ahááá :) pra ler, ouvir música, ficar jogada no sol, ver o pôr-do-sol, tirar fotos, caminhar, correr. Era o meu lugar preferido no mundo. Ainda é. Aos amigos que me perguntavam "o que não posso deixar de ver em Boston?", eu logo respondia com "ver o pôr-do-sol no Charles e, se posssível faça um picnic lá".
Eu e ele cansamos de ir ao Charles pra caminhar. Esticamos nosso cobertorzinho no gramado. Foi no Charles que encontrei Gisele e Tom Brady. Foi no Charles que eu tive a conversa mais engraçada do mundo com 2 turcos. Foi no Charles que eu lia Neal Morse. Foi no Charles que eu parecia criança tinta brincando com neve. Foi no Charles que eu vi as estações passarem.
Lembro-me de, alguns dias, abandonar o metrô e voltar pra casa a pé só pra passar pelo Boston Common e Public Garden. Adorava ver as pessoas passeando por lá e as crianças brincando no final da tarde (perdi a conta de quantas vezes deixei pra almoçar no parque só pra ver estas cenas).
Lembro-me das vezes em que tirava ele do MIT e o levava pro parque pra escrever. Enquanto ele escrevia, os esquilos brincavam ao lado. Lembro-me das vezes em que fomos ao parque para ler. Ele sentado lendo suas revistas e eu deitada no colo lendo no Kindle (isso está trocado!!)
Lembro-me da gente no gramado do MIT. Lá era bom pra qualquer coisa, seja para um almoço no meio da semana, almoço num domingo, deitar no colo dele ou ouvir música enquanto ele trabalhava.
Lembro-me dos amigos. Amigos que fizerem muita diferença neste processo todo. Amigos estes que revi e amigos que jamais verei novamente. Entre chineses, árabes, turcos, sul coreanos, japoneses, sírios, brasileiros, europeus, kuwaitiano - e muitas outras nacionalidades - que, com MUITA diversão, se comunicavam como ninguém.
Lembro-me do dia em que descobrimos que Gisele Bundchen - e o seu respectivo. E que respectivo, hein? - morava na frente do nosso apartamento.
Lembro-me dos nossos passeios de final de semana por downtown, jantando na little Italy e terminando a noite com um pecado gastronômico na Mike`s Pastry.
Lembro-me dele dizendo "vamos a um jogo de basquete e vc vai se apaixonar"e eu naquelas "até parece". Bem, acabamos indo em mais de um e eu, no último, estava torcendo mais que ele.
Diferente de muita gente, vivemos aquele lugar. E, sortudos, tivemos tempo - não o suficiente, claro - de viver tudo aquilo com calma, como se tudo aquilo fosse para o resto de nossas vidas.
Eu posso ter vários endereços na minha vida mas este, com certeza, será o lugar que eu sempre voltarei e terei certeza que, ali, me senti em casa. E, cá entre nós, não é muito difícil entender o por quê Boston ganhou os nossos corações.
Boston me recebeu de braços abertos e disposta a ser a anfitriã que eu estava precisando. Ao que se proprôs, cumpriu muitíssimo bem seu papel. Arriscaria, inclusive, dizer que cumpriu mais do que eu esperava.
Lembro-me de quando cheguei. Como era final de inverno aqui no Brasil, fui toda encapotada - já que eu sinto um frio que não é lá muito normal - e cheguei no final do verão. Calorenta e abafada. Era assim que Boston me esperava.
Lembro-me de esperar o taxi no aeroporto e pensar: "Caramba e não é que estou aqui mesmo?".
Lembro-me de olhar pela janela do taxi, observando os lugares e pessoas - faço muito isso - e pensar "Ela é linda mesmo. Bem que ele disse que eu iria me apaixonar".
Lembro-me da gente parando no nosso landlord pra pegar a chave do apartamento que nos abrigaria, a princípio, pelos próximos 6 meses.
Lembro-me da gente caminhando pela Beacon Street - com malas - em direção ao nosso apartamento e sentir aquela sensação de "ok. esta é sua nova casa".
Logo que chegamos, já saímos pelas ruas. Estava um dia gostoso - porém, abafado. argh - demais pra nossa ansiedade ficar em casa. Ele me levou no metrô e me mostrou o que seria meu principal caminho pelos próximos 6 meses. Eu estava amando tudo. Tudo era uma novidade imensa pra mim. Eu parecia uma criança com olhos atentos.
Os dias foram passando. Lembro-me das minhas idas ao meu velho amigo rio (ahááá :) pra ler, ouvir música, ficar jogada no sol, ver o pôr-do-sol, tirar fotos, caminhar, correr. Era o meu lugar preferido no mundo. Ainda é. Aos amigos que me perguntavam "o que não posso deixar de ver em Boston?", eu logo respondia com "ver o pôr-do-sol no Charles e, se posssível faça um picnic lá".
Eu e ele cansamos de ir ao Charles pra caminhar. Esticamos nosso cobertorzinho no gramado. Foi no Charles que encontrei Gisele e Tom Brady. Foi no Charles que eu tive a conversa mais engraçada do mundo com 2 turcos. Foi no Charles que eu lia Neal Morse. Foi no Charles que eu parecia criança tinta brincando com neve. Foi no Charles que eu vi as estações passarem.
Lembro-me de, alguns dias, abandonar o metrô e voltar pra casa a pé só pra passar pelo Boston Common e Public Garden. Adorava ver as pessoas passeando por lá e as crianças brincando no final da tarde (perdi a conta de quantas vezes deixei pra almoçar no parque só pra ver estas cenas).
Lembro-me das vezes em que tirava ele do MIT e o levava pro parque pra escrever. Enquanto ele escrevia, os esquilos brincavam ao lado. Lembro-me das vezes em que fomos ao parque para ler. Ele sentado lendo suas revistas e eu deitada no colo lendo no Kindle (isso está trocado!!)
Lembro-me da gente no gramado do MIT. Lá era bom pra qualquer coisa, seja para um almoço no meio da semana, almoço num domingo, deitar no colo dele ou ouvir música enquanto ele trabalhava.
Lembro-me dos amigos. Amigos que fizerem muita diferença neste processo todo. Amigos estes que revi e amigos que jamais verei novamente. Entre chineses, árabes, turcos, sul coreanos, japoneses, sírios, brasileiros, europeus, kuwaitiano - e muitas outras nacionalidades - que, com MUITA diversão, se comunicavam como ninguém.
Lembro-me do dia em que descobrimos que Gisele Bundchen - e o seu respectivo. E que respectivo, hein? - morava na frente do nosso apartamento.
Lembro-me dos nossos passeios de final de semana por downtown, jantando na little Italy e terminando a noite com um pecado gastronômico na Mike`s Pastry.
Lembro-me dele dizendo "vamos a um jogo de basquete e vc vai se apaixonar"e eu naquelas "até parece". Bem, acabamos indo em mais de um e eu, no último, estava torcendo mais que ele.
Diferente de muita gente, vivemos aquele lugar. E, sortudos, tivemos tempo - não o suficiente, claro - de viver tudo aquilo com calma, como se tudo aquilo fosse para o resto de nossas vidas.
Eu posso ter vários endereços na minha vida mas este, com certeza, será o lugar que eu sempre voltarei e terei certeza que, ali, me senti em casa. E, cá entre nós, não é muito difícil entender o por quê Boston ganhou os nossos corações.
Outono no Public Garden
Um dia de picnic no Charles
Neve no Charles num sábado de manhã
Outono no Public Garden
Outono no Public Garden
Outono no Public Garden
Outono no Public Garden e minha foto preferida.
Final de tarde no Charles
Charles do topo do Prudential
John Hancock Tower visto do topo do Prudential
Boston e Cambridge do topo do Prudential
Esquilo do Boston Common numa tarde de sábado
Charles da Harvard Bridge numa sexta. Final do verão.
Pôr-do-sol no Charles
terça-feira, 24 de abril de 2012
Esta foto foi tirada na Nazareno Central de Campinas, cuja Igreja eu frequento há sei lá, 5 ou 6 anos.
A imagem deste garotinho fez com eu me lembrasse de muitas coisas que eu já vivenciei naquele templo e fora dele. Experiências únicas, lindas e, algumas, sobrenaturais.
Não posso esquecer das experiências de 2009. Neste mesmo templo eu senti coisas que me acompanham. Lembro-me de estar prostrada - tal qual este garoto - num Culto que foi muito especial pra mim. Até hoje quando as pessoas questionam minhas decisões, eu me lembro que tudo começou ali. Não posso esquecer da experiência que tive no feriado de Setembro/2009. Pessoas maravilhosas fizeram que que aquele final de semana não fosse mais um final de semana qualquer. Pessoas e histórias que permitiram com que eu sentisse, muito forte, a presença do Pai. Eu jamais esqueço das palavras, dos sentimentos, da entrega. Foi em 2009 que fui batizada. Na verdade, eu já era batizada pela Igreja Católica, mas senti a necessidade de fazer isto novamente mas, desta vez, consciente e certa de que Deus carregou-me, cuidadosamente, através de uma experiência necessária que só Ele - e mais ninguém - poderia ter feito. Muitos questionamentos foram feitos e, muitos deles respondidos de forma direta e sincera. Passei pelas águas e tudo se fez novo. Lembro-me daquele dia como se fosse ontem. Eu usava um vestido branco antes do batismo que "ornava"- e só caipira fala isso - com a túnica branca que tive que usar para a cerimônia. Foi sim um ritual. Um ritual de purificação, renovação e amor Àquele que me carrega pelas mãos.
Eu não critico quem não acredita em Deus. Eu não critico quem acredita em espíritos, Buda ou qualquer outra coisa. Pra mim, todos são livres para adorar aquilo e/ou quem lhe é conveniente. Eu acho bonito ver a fé das pessoas.
Eu, Priscila, acredito em Deus. Eu, Priscila, acredito em Jesus. Eu, mais que tudo, sei que Deus está comigo em todos os momentos. Eu sempre falo para as pessoas - especialmente quando estamos falando sobre este assunto - que eu fico emocionada quando paro e percebo todos os cuidados que Deus já teve comigo. Muitos detalhes eu não percebo no primeiro momento mas depois sei que Ele esteve ali. Ele não desiste de mim, mesmo que a fé em mim mesma esteja arranhada. Ele não desiste de mim, ainda que eu fique distante pq não esteja a fim de conversar.
E, quando a gente não está a fim de conversar a gente usa uma canção.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Algo me diz que, como uma quase cidadã porto-alegrense, ainda darei muita bola fora por aí com os nomes diferentes, meu R puxado e minha cultura BEM diferente da gauchada.
Mesmo depois de tanto tempo, consigo achar algumas coisas engraçadas. Hoje estava no salão fazendo minhas unhas (pq não tenho capacidade pra fazer sozinha) e a mulherada finalizando suas frases com um "é, né?"super puxado. Elas também devem pensar isso quando eu falo "PoRRRR favor".
Sem contar que naquele momento senti saudades profundas do meu salão em Barão que é bonitinho, tudo descartável e da minha manicure confidenciando seus problemas e fofocas. Suspiros.
Não consigo enganar que sou de fora e acho engraçado a cara que as pessoas fazem quando digo que sou de SP. Parece que vc esta totalmente fora da caixa padrão. Mas, neste ponto, acho que nada supera a história da minha cunhada que, por conta do trabalho, morou por uns 3 meses no interior do Rio Grande do Sul. Ela adorava ver nas lojas uma placa "novidades de São Paulo" ou saber que o povo vasculhava a vida de todos. A gente riu muito disso nos churrascos lá em casa. Quanto a mim, achava engraçado ser apresentada assim: "Esta é a Priscila, advogada de São Paulo".
E quer saber? Adoro o fato de ter nascido em Campinas e ter meu R puxado. Também adoro o fato de ser quase cidadã porto-alegrense. Só quem me conheceu há uns 15 anos atrás sabe bem o texto que eu pregava :o)
Mesmo depois de tanto tempo, consigo achar algumas coisas engraçadas. Hoje estava no salão fazendo minhas unhas (pq não tenho capacidade pra fazer sozinha) e a mulherada finalizando suas frases com um "é, né?"super puxado. Elas também devem pensar isso quando eu falo "PoRRRR favor".
Sem contar que naquele momento senti saudades profundas do meu salão em Barão que é bonitinho, tudo descartável e da minha manicure confidenciando seus problemas e fofocas. Suspiros.
Não consigo enganar que sou de fora e acho engraçado a cara que as pessoas fazem quando digo que sou de SP. Parece que vc esta totalmente fora da caixa padrão. Mas, neste ponto, acho que nada supera a história da minha cunhada que, por conta do trabalho, morou por uns 3 meses no interior do Rio Grande do Sul. Ela adorava ver nas lojas uma placa "novidades de São Paulo" ou saber que o povo vasculhava a vida de todos. A gente riu muito disso nos churrascos lá em casa. Quanto a mim, achava engraçado ser apresentada assim: "Esta é a Priscila, advogada de São Paulo".
E quer saber? Adoro o fato de ter nascido em Campinas e ter meu R puxado. Também adoro o fato de ser quase cidadã porto-alegrense. Só quem me conheceu há uns 15 anos atrás sabe bem o texto que eu pregava :o)
quinta-feira, 29 de março de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)





















