mae e filha. finalmente :)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Meu sonho realizado. Meu cantor favorito cantando pra mim no estúdio dele :)
(A música culpada por tudo!!!)
Fantástico. Fantástico. Como eu disse pra ele "Depois de ver vc aqui com seus amigos, seu coral e sua simplicidade, consigo entender muito mais sua música."
Depois escrevo mais porque o coração da caipira num guenta, não.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Outono
Hoje eu sai da escola as 15:15. Como sempre, acabo minha aula e fico tagarelando com o pessoal. Cada dia é uma pessoa e uma cultura diferente. Hoje mesmo dois muçulmanos me chamaram porque haviam esquecido de me trazer um Alcorão ( um dia desses nós fomos ao museu e de tanto que perguntei sobre a religião deles, eles falaram que me dariam um Alcorão em ingles pra conhecer. Eu, como boa curiosa, adorei). Hoje estava por volta de 12 a 15 graus o que, pra mim, é uma ótima temperatura. Peguei o conhecido metrô, parei algumas estações antes da minha e voltei o resto do caminho a pé. Atravessei o Boston Common e o Public Garden. Estava uma tarde extremamente linda e gostosa pra fazer isto. Nestes parques voce consegue ver todas as arvores em cores alaranjadas, as folhas caindo. Lembro da ultima vez que voltei caminhando pelo Public Garden. irei dversas fotos de uma arvore avermelhada que, hoje, estava sem folha alguma. Estava seca esperando o inverno que já já chega.
Eu sou apaixonada por estes lugares e sempre que posso vou lá pra ouvir musica, ficar deitada no gramado lendo um livro ou smplesmente deitada deixando o sol aquecer ( como fiz no ultimo domingo no MIT eqto namorido trabalhava). Gosto de fazer isto. A sensação de liberdade e de sentir o tempo parar é maravilhosa. Geralmente levo umas frutinhas e perco horas nisso. No fundo, estou ganhando é muita coisa.
Deus me deu um presente maravilhoso; minha vida, a oportunidade de viver aqui e conhecer coisas que muitas pessoas não tiveram e não terão a oportunidade de vivenciar. Deus tem me ensinado a confiar ainda mais Nele. Quando você esta longe e acontece coisas com pessoas que vc ama e que estão no Brasil, a sensação de impotencia é horrivel. A sensaçao de você não ter controle é a pior coisa pra uma pessoa controladora como eu ( mas isto Ele ja vem puxando minha orelha desde o início do ano). Como eu disse ontem pro namorido, aqui nós somos parceiros, família, amigos, apoio, suporte e tudo mais o que a gente precisar um do outro. Ainda bem que o tenho comigo. Tantas coisas aconteceram neste ultimo ano que eu não sei ao certo porque mas, um dia, talvez eu encontre as respostas. Talvez, um dia, eu também esqueça de fazer perguntas.
Em meio a tudo isto, eu continuo agradecendo. Continuo ficando maravihada com o cuidado que Ele tem comigo. Muitas coisas boas aconteceram e um dos meus maiores sonhos nesta vida sera realizado. Quando lembro, minhas pernas estremecem e eu penso: are you kidding me, right? I can't believeeeeeee !!!!!!
Antes estávamos em horário de verão. Agora, as noites chegam às 17:00 e o fuso horário com o Brasil foi pra 3 horas. É estranho ver a noite chegar tão cedo. A sensação que eu tenho é que as noites custam a acabar.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Cheguei, me vesti de Gasparzinho e fui direto pra cama. A mamae deu aquela chamada no Skype pra botar a conversa em dia. Nada como matar a saudade pra dor de cabeça passar um pouco.
Namorido sabia que eu não tava muito bem e trouxe a janta. Vegetais e noodles. Amo! Pra agradar ainda mais, ele trouxe o meu donuts preferido e uma revista. Saí do meu cardápio quase rigoroso. Foi por uma boa causa.
A dor passou e a pouco estávamos divagando sobre a próxima viagem e ouvindo música. Ou seja, namorido e mãe cura qualquer dorzinha e saudade.
domingo, 30 de outubro de 2011
Neve
Acordei no meio da noite com o namorido reclamando do estomago. Acabou que eu perdi o sono. Estou aqui escutando a chuva/neve cair lá fora. Os carros já estão parcialmente cobertos por uma camada branca. A cena é bonita. O frio é intenso. Já cheguei naquela época de vestir 2 calças, 2 meias, botas, blusões e tudo mais que eu tenho direito, já que eu detesto sentir frio.
O namorido dorme. A respiraçao é forte. Cada vez que ele se mexe dou aquela olhadinha pra conferir se está tudo bem. Graças a Deus o quarto esta quentinho (mas ainda continuo com minhas 2 meias).
A vida aqui tem sido um bom recomeço pra mim. Tenho meus momentos pra pensar, tenho os sentimentos a trabalhar, tenho as pessoas que me ensinam coisas que eu julgava incapaz de sentir/aprender, tenho as saudades pra esquecer, as preocupações com os familiares pra ter e saber que não posso preocupar tanto, um relacionamento sem mais distância pra trabalhar. Um momento meu, um momento nosso que jamais esquecerei. A marca de mais uma mudança de estação, tal como o Outono que estamos e o inverno que chegará. Estou feliz.
E a vida é assim mesmo, tal como as estações, as coisas vem e vão. Deus nos brinda em todos os momentos.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Beneath the surface
Dream Theater sempre mexendo nas minhas coisas guardadinhas.
http://www.youtube.com/watch?v=AF2e61x5BBs&feature=youtube_gdata_player
Versao que eles estao tocando no show( e com o Labrie super gato! Gritei varias vezes: gato, casa comigo! Hahah)
http://www.youtube.com/watch?v=oLMeq93OWiw&feature=youtube_gdata_player
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Quase um mes vivendo em Boston


Depois de alguns contratempos e furucao adiando nossa viagem, posso dizer que tudo da certo quando tem que dar certo. Depois de um mes vivendo em terras americanas (devo confessar que o tempo esta passando mais rapido do que imaginei) eu soh posso agradecer e aproveitar cada segundo disto que me faz feliz a cada dia, a cada segundo.
Sai de Sao Paulo completamente assustada. Entrei pro embarque internacional naquele choro inconsolavel. Imaginei tantas coisas pra este momento e muitas delas nao aconteceram. Talvez, um dia, eu compreenda o motivo. Talvez, um dia, eu consiga entender. Talvez, um dia, eu consiga perdoar (Se eh que cabe a mim perdoar alguma coisa). Mas enfim, bora esquecer…
Passei pela imigracao com meus olhos vermelhos e meu lencinho de papel inseparavel. Meu partner mal sabia o que fazer comigo, a nao ser dizer que tudo ficaria bem. Esperando meu aviao, um milhao de coisas passavam pela minha cabeca. Uma delas era a sensacao de abracar minha mae e sentir seus cabelos. Eu nao queria esquecer aquilo. De fato, ate hoje eu nao esqueci.
Hoje posso dizer que todo o medo passou e meu coracao eh inteiro desta cidade. Eu amo caminhar pelas ruas admirando os dias. Parece que aqui os dias sao mais azuis, o sol brilha com mais intensidade e ate os dias interminaveis de chuva fazem meus dias mais felizes.
Todos os dias eu vejo o mesmo casalzinho de gemeos cruzando comigo, as criancinhas entrando na escola (e sao uns pequeninos tao fofos. Cada dia a gente descobre uma gracinha deles), o tiozinho que me entrega o jornal, o tiozinho que vemos todos os dias no metro e sempre me da uma vontade imensa de falar com ele pra saber como ajudar. Ate ir lavar roupa vira uma tarefa divertida quando vamos conhecendo a cidade.
Que bom que eu consegui chegar ate aqui. Pra onde vou? Pra longe, bem longe.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Pra mim, tudo o que a gente passa na vida se resume aos que enfrentamos num falecimento. Ao perder um ente querido a gente sofre, passa pelos questionamentos do famoso "por quê", enfrenta o luto e começa a se reerguer. Aceitar e seguir em frente faz parte do processo. É necessário.
Eu já passei por todos estas fases: a mágoa, a revolta, os questionamentos e o luto. Atravessei esta fase sem muitas palavras - justo eu que sou "maria faladeira - e muitos pensamentos. Muitas lembranças voltaram com muitos sentimentos ruins. De contramão a tudo isto, todas as mudanças que a vida impõe. Aos trancos e barrancos fui passando, atravessando, lutando e, principalmente, aprendendo e esquecendo.
Os momentos me foram tirados. A palavra me foi tirada. A revolta me foi dada. A decepção me cortejou.
Doeu, mas passou. Todas estas fases passaram e eu já esqueci - tudo de bom e tudo de ruim. Não vale a pena alimentar uma esperança que, a cada dia, vejo não existir. Simplesmente não vale a pena. Talvez, hoje, apenas fica a pena que eu sinto. Pena por viver de ilusões, por ter tanto medo de encarar sua própria verdade refletida no espelho.
A verdade é dolorida, porém encaro-a. Encaro esta verdade também, apesar de jamais imaginar que um dia teria que olhar pra isto com o pensamento de hoje.
Boa sorte.
Ponto final. Acabou.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Apesar da saudade que, de vez em quando resolve aparecer, fico feliz de ve-la voar. Voar o mais alto que puder. Afinal, ela sempre mereceu voos inesqueciveis nesta vida.
Ah, essa musica...
sexta-feira, 1 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.
Pablo Neruda
Attraversiamo.
Quer dizer: “Vamos atravessar.” Os amigos dizem isso uns para os outros sem parar quando estão andando pela calçada e decidem que chegou a hora de passar para o outro lado da rua. Ou seja, é literalmente uma palavra pedestre. Ela não tem nada de mais. Mesmo assim, por algum motivo, causa-me um efeito poderoso. Na primeira vez em que Giovanni me disse isso, estávamos caminhando perto do Coliseu. De repente, eu o ouvi dizer essa palavra linda e parei, perguntando:
- O que isso quer dizer? O que você acabou de falar?
- Attraversiamo.
Ele não conseguia entender por que eu gostava tanto dessa palavra. Vamos atravessar a rua? Mas, aos meu ouvidos, essa é a perfeita combinação de sonoridades italianas. O a aberto e promissor da primeira sílada, o r enrolado, o s tranqüilizador e a interminável combinação “ii-aaaa-mo” no final. Adoro essa palavra. Agora a digo o tempo inteiro. Invento qualquer desculpa para dizê-la. Isso está deixando Sofie maluca. Vamos
atravessar! Vamos atravessar! Estou sempre puxando-a de um lado para o outro em meio ao tráfego romano enlouquecido. Vou acabar matando nós duas com essa palavra.
Elizabeth Gilbert (Comer, Rezar, Amar)
***
Attraversiamo.
Attraversiamo.
Attraversiamo.
Attraversiamo.
domingo, 19 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Eu lembro exatamente quando percebi, pela primeira vez, que estava apaixonada por ele. Eu, fã incondicional de filmes romanticos com final prevísivel, não descobri que estava apaixonada numa destas cenas piegas típicas de filmes água com açucar. Descobri que eu estava apaixonada comprando margarina num supermercado. Não consigo imaginar cena mais simples que essa.
Isto já faz um bom tempo.
E eu sigo assim, me apaixonando de vez em quando pela mesma pessoa. A ultima vez que isto aconteceu? Recente. E olha que desta vez eu nem estava pertinho. Estava longe. Uma parte aqui e outra em Boston.
E, afinal, quem disse que precisa estar pertinho pra se apaixonar, não é? :)
domingo, 15 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Ela nao só ganhou remedios novos como também foi paparicada bem mais que o de costume. Resumindo, ela ficará mal acostumada e eu pagarei o pato em algum momento. Ou seja, tô tramando contra mim.
domingo, 17 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Mas, não vim aqui contar a história delas. Vim aqui pra contar história que nem eu mesma sei. Vim, na verdade, externar a minha curiosidade sobre as histórias alheias. Eu, particularmente, adoro ouvir a história dos outros. Adoro saber o que traz e o que leva as pessoas. Adoro sabe o que move e o que desestimula. Adoro saber o que faz chorar e o que faz sorrir.
Ontem, enquanto pegava um voo de volta pra casa (o que já fiz algumas dezenas de vezes) algo me chamou a atenção. Em todos estes meus anos de voos nunca tinha encontrado alguém que chorasse compulsivamente numa aterrizagem. Enquanto o avião aterrizava eu ouvia uma mulher chorando. Chorando mesmo. Com vontade e com dor. Fiquei curiosa pra saber qual era o motivo do choro. Seria o choro de uma doença? Seria o choro de uma morte? Seria o choro de medo? Seria o choro de receio de encontrar aquilo que ela não queria? Seria um choro de despedida ou um choro de boas vindas? Seria choro de felicidade? Seria simplesmente o choro de medo de avião?
Enquanto ela chorava, eu pensava em todas estas possibilidades. Enquanto pensava nestas possibilidades minha mente pulsava com lembranças de outros voos. Eu me vi naquela mulher por todos os choros que eu já tive dentro de um avião. Já chorei pelo medo de deixar e já chorei pelo medo de encontrar. Já chorei de saudade e ja chorei por saber que, por alguns momentos ela passaria. Já chorei de felicidade e já chorei com uma pontinha de tristeza. Ah, claro, tem aquele chorinho ao sentir o avião deixando o solo. Uma decolagem delicada que traz consequencias arrebatadoras.
Já chorei de alívio e já chorei de ter certeza que escolher a minha liberdade foi a coisa mais certa num momento incerto. Já chorei pelos abraços dos amigos e já chorei pela ausência dos mesmos. Já chorei pelo coração que me abraça e que, por muitas vezes, vira uma voz que me acalma em noites que eu simplesmente digo "nao vou atravessar isto".
Ainda tenho muitas lagrimas. Tenho até lagrimas programadas. Lagrimas que, apesar de distantes, já aparecem. O bom é que eu não estou sozinha nessa. Tem gente que chora parada numa Rodovia pensando nisso. Tenho muitas lagrimas de partidas e chegadas. Lagrimas de amor, de amizade, de mãe, de pai, de liberdade conquistada sem medo de enfrentar o desconhecido. Lagrimas de crescimento e amadurecimento. Lagrimas de maternidade. Lagrimas de passagem. Lagrimas de felicidade. Lagrimas de filme bobo. Lagrimas de um presente especial inesperado. Lagrimas de ser quem eu sou. Lagrimas de quem voce é. Lagrimas de quem nós somos e de quem seremos.
Talvez eu seja aquela mulher, com tantas lagrimas por chorar e poucas palavras pra explicar. Talvez sejamos todos aquela mulher. Todos com muitas lágrimas e poucas explicações.
Mullmuzzler - Believe: http://www.youtube.com/watch?v=nVaqqgrn8Rs
sexta-feira, 25 de março de 2011
Voce sabia?
Voce sabia que esta canção foi enviada por um amigo muito querido (dela. dele não porque dizem as más linguas que este amigo muito querido, um dia, foi bem apaixonado por ela. ela sempre disse que era bobagem mas, no fundo, ela acredita nisto. E, esse amigo deve ler isto algum dia desses direto de qualquer parte do mundo hehehe) e usada por ela algum tempo depois?

É, a foto tem pouco tempo. O casal alguns anos.
Ah, musicalmente falando ela sempre foi muito brega. Vai do heavy metal ao pop sem nenhum constrangimento. Ela gosta do lado dramático da vida e, por isso, vive os sentimentos nos seus extremos. Adora uma música triste pra chorar ao compasso que adora uma musica bem feliz pra sair por aí estampando um sorriso. E ela nao se incomoda nenhum pouco com as marcas de expressão que traz por conta deste sentimentalismo barato.
sexta-feira, 18 de março de 2011

Amigas que mudam a todo tempo. O tempo todo.
Mude, mas comece devagar, porque a direcao e mais importante que a velocidade....
Mude, lembre-se que a vida e uma só,
Experiemente coisas novas,
troque novamente,
mude, de novo
Experimente outra vez.
Voê certamente conhecerá coisas melhores e piores do que as já conhecidas, mas não é isso que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia...
Só o que esta morto não muda!!!!
Edson Marques
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Com certeza um dos dias mais incríveis da minha vida. A situação era engraçada. Eu com namorado novo e meu ex lá.
Quem estava lá pode sentir o Credicard Hall vindo ao chão quando começaram os primeiros acordes do SFaM. A galera gritava tanto. Uns choravam, outros sorriam e outros pulavam. Era dificil acreditar que eles estavam tocando o album que todo mundo queria ouvir e que antes disso tinha dado o maior rolo (né "these people"?). O show foi acompanhado com a plateia cantando a todo momento. E quando eu digo "a todo momento" foi a todo momento MESMO.
Em the spirit carries on eu e Doug dançavamos pelo Credicard Hall e choravamos. Ridiculos, claro.
Inesquecivel. Um pedacinho do paraiso comigo.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Learning to live. Uma das melhores destes caras.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
ps.: luv ya
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
[Fernanda Mello]
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Ô que fazia tempo que não ouvia esta música. Linda, não? Letra maravilhosa. Sincera, na minha opinião.
Quem é corajoso pra dizer adeus ao que passou? Algumas pessoas tem facilidade pra esquecer e seguir adiante. Outras, se apegam e não querem largar o osso de jeito nenhum.
Pra dar adeus aquilo que já pssou é preciso um desprendimento que nem todos nós temos. Eu, pelo menos, não tenho nenhum dom pra largar coisas/pessoas tão facilmente. É uma dor bem dolorida.
Será que temos dificuldade ou medo daquilo que é novo? Medo do amanhã? Será que temos o conforto de termos tudo na nossa mão, sob controle (ê virginiana) que o fato e simplesmente não termos controle de nada nos corrói por dentro? E cá entre nós né? Quem disse que algum dia voce teve controle de alguma coisa? Como somos pretensiosos a ponto de dizer "tudo sob o MEU controle". Ai que ingenuidade a nossa.
Será que a graça da vida não está simplesmente no fato de não termos o controle de absolutamente nada? Claro, não digo pra viver a vida loucamente (alguns conseguem. eu jamais coneguiria), mas será que não dá pra afrouxar um pouco este nó chamado (tentativa de) controle?
Deixamos de viver o amanhã com medo de darmos adeus ao ontem? Eu sei que voce que esta lendo isto está com um medo danado de deixar o ontem. Deixe. Não digo que o amanhã será mais belo ou mais fácil (pelo contrario), mas talvez o amanhã possa trazer o que está faltando. Sabe o que? Voce se sentir viva. E, olha, não há nada no mundo que substitua o nosso sentimento pela vida. Sentir-se viva...
No final, Alice não teve medo de dar adeus ao ontem e, depois de algumas duvidas e lutas, achou seu caminho.
Não está mais do que na hora de voce achar o seu caminho? Quando voce estiver naquele banco, olhando o rio, voce saberá que compensou dar adeus ao ontem e oi ao amanhã.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Há tempos não fazia bolo de cenoura. Bolo de cenoura tem o dom de nos fazer relembrar nossa infância, né? Daquelas tardes chuvosas em que assistiamos os filmes dos Trapalhões na Sessão da tarde e a mãe preparava aquele bolo gostoso de cenoura. E ai dela se não fizesse aquela cobertura de chocolate bem melequenca que se esparrava pra dentro do bolo sujando todos os dedos.
Não sei pra voce, mas bolo de cenoura faz isto comigo. Me leva numa viagem à mil novecentos e oitenta e alguma coisa sem qualquer escala ou conexão. Tem um certo gosto de infância.
A receita e cobertura (testei uma com chocolate meio amargo que, meu amigo, vou te contar uma coisa...) ficaram ótimos. Qualquer hora, com mais tempo, jogo a receita aqui, mesmo sabendo que teremos coisas como "olha, essa parte eu faço no olho mesmo. não tem medida. "
E, não vejo a hora da minha Larousse da Cozinha Italiana chegar. Comprei esta semana numa promoção digna de "me leve AGORA!". O próximo será Dona Benta: Comer bem.
Este post me lembrou de uma coisa: filhos. Mas isto é assunto pra outra hora.
Hoje só Queensryche: http://www.youtube.com/watch?v=1c8UdpiF_T8
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Olho o símbolo da justiça (aquela com olhos vendados. uma réplica da que tem na frente do STF) e penso por que não conseguimos ter um sistema mais rapido e plenamente eficaz?



